Falls of Bruar - Escócia (Crônica 2)
Vendo a correnteza cair para o espetáculo, mergulho no delírio de meus pensamentos confusos, que são tudo e nada ao mesmo tempo. Aqui, onde as árvores foram plantadas, derrubadas e nasceram novamente, meus desejos indefinidos ressuscitam a cada segundo. Tão longe de tudo, tão perto do infinito e inimaginavelmente ambíguo para a minha imaginação, só quero a certeza da certeza. Tão difícil estar perdido em si, querer um pouco de ordem no caos. Viajo por entre aleatórios destinos tentando encontrar algo, e só acho minhas próprias perguntas, que vagam no espaço-tempo, dão voltas sarcásticas como um boomerang do acaso e sempre chegam onde estou. Capturado pela ampla margem da subjetividade, caí na arte deste paraíso de brumas místicas.
* Esta é uma ideia para um série de crônicas inspiradas em lugares aleatórios sorteados pelo Google Earth, de acordo com a ideia que me vir a cabeça no momento.




Comentários
Postar um comentário